Atualmente, os programas para computador podem não só gerar o gráfico relativo aos vários tipos de mapas astrológicos, como também sugerir textos de interpretação. Neste ponto, parece que não há mais nada que possa ser acrescentado a esta realidade. É aí que surge a Inteligência Artificial como uma nova ferramenta de análise para a Astrologia.
Segundo Floriano Possamai, autor do programa Canopus, conhecido aplicativo brasileiro para cálculo astrológico, em Astrologia é comum confundir-se a produção de relatórios informatizados com um verdadeiro trabalho de inteligência artificial. Segundo ele, este conceito não pode ser aplicado porque o que os programas de relatórios fazem é, na maioria das vezes, apenas estocar em banco de dados descrições padronizadas associadas a cada um dos fatores críticos do mapa.Para Floriano Possamai, a inserção de inteligência artificial na produção de mapas natais traz uma mudança na forma tradicional de se analisá-los, possibilitando diversas relações e consequentemente o estabelecimento melhor de uma característica. Este novo enfoque também permite quantificar o tema: o dono do mapa pode ter essa característica muito fraca, fraca, moderada, forte ou muito forte.
É preciso deixar claro que apenas a quantificação dos temas, tomada de forma isolada, não é exatamente Inteligência Artificial, mas sim o que se vai criar a partir daí. Na Inteligência Artificial há sempre uma busca para a resolução de um problema, e para isto utilizam-se algoritmos, como o de busca heurística. Na Astrologia Vocacional, pode-se utilizar a Inteligência Artificial para obter melhores resultados, relacionando-se certos temas do mapa natal com os temas específicos de cada profissão, na busca da melhor profissão para o dono do mapa.Segundo o site Constelar, a versão mais recente do produto, disponível no mercado é o Canopus Astrologia 2003.
Fonte: Constelar

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